Em vários animes e mangás, o estado emocional do personagem altera a sua performance, pois aquilo que o torna especial depende da sua capacidade de sincronizar ou comunhar com alguma energia especial ou entidade senciente. Quando estão bem, os personagens têm resultados superiores para essas tarefas. Por outro lado, torna-se difícil ou mesmo impossível realizar essas atividades quando estão emocionalmente instáveis. O exemplo mais clássico é a taxa de sincronização em “Evangelion”, mas além dos animes de “mecha”, a dependência de fatores emocionais é comum em cenários com poderes ou magia oriundos de uma fonte externa ou pouco conhecida.
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domingo, 19 de março de 2017
Savage Worlds Anime - Regras de Sincronização
Sincronização - Nova Regra de Ambientação
Em vários animes e mangás, o estado emocional do personagem altera a sua performance, pois aquilo que o torna especial depende da sua capacidade de sincronizar ou comunhar com alguma energia especial ou entidade senciente. Quando estão bem, os personagens têm resultados superiores para essas tarefas. Por outro lado, torna-se difícil ou mesmo impossível realizar essas atividades quando estão emocionalmente instáveis. O exemplo mais clássico é a taxa de sincronização em “Evangelion”, mas além dos animes de “mecha”, a dependência de fatores emocionais é comum em cenários com poderes ou magia oriundos de uma fonte externa ou pouco conhecida.
Em vários animes e mangás, o estado emocional do personagem altera a sua performance, pois aquilo que o torna especial depende da sua capacidade de sincronizar ou comunhar com alguma energia especial ou entidade senciente. Quando estão bem, os personagens têm resultados superiores para essas tarefas. Por outro lado, torna-se difícil ou mesmo impossível realizar essas atividades quando estão emocionalmente instáveis. O exemplo mais clássico é a taxa de sincronização em “Evangelion”, mas além dos animes de “mecha”, a dependência de fatores emocionais é comum em cenários com poderes ou magia oriundos de uma fonte externa ou pouco conhecida.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
O que não é RPG estilo Anime? E como garantir a segurança nas mesas de jogo?
No artigo anterior,
eu defini o que seria uma mesa de RPG “estilo anime” e o que isso
tem a ver com mesas seguras. Nesse artigo, seguindo a sugestão da
leitora Ana Carolina Gomes,
irei abordar problemas encontrados em alguns títulos de animes e
como isso acabaria interferindo de forma negativa caso “vazasse”
para a mesa de jogo.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
O que seria uma mesa de RPG “estilo anime”? E o que isso tem a ver com mesas seguras?
Vira e mexe aparece
alguém falando que esse ou aquele cenário de RPG “parece anime”.
Normalmente, a colocação vem seguida de uma crítica, muitas vezes
preconceituosa, justificando o 'não gostar' desse jogo 'porque
parece anime'.
Nesse artigo eu
pretendo mostrar que essa é uma visão limitada tanto do que seria
“RPG estilo anime” quanto do que seria interpretar um jogo como
sendo em “estilo anime”, e quanto essa visão preconceituosa pode
atrapalhar a sua diversão e limitar as possibilidades de imersão no
jogo que foi rotulado.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
RPG e a banalização das pequenas coisas importantes
Recentemente estreou um anime, chamado Hai to Gensou no Grimgar (Grimgar of Fantasy and Ash), que me fez pensar um pouco na forma como banalizamos muitas coisas em nossas mesas de RPG. O enredo gira em torno de um grupo de adolescentes sem memórias que vão parar em Grimgar. Além de seus nomes, eles não lembram de nada, mas tem aquela sensação estranha de que vieram de algum outro lugar. Eles vestem roupas modernas, a despeito de Grimgar ser um mundo de fantasia medieval clássica. Tudo leva a crer que eles talvez sejam pessoas presas dentro de um jogo.
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