Em biologia, o termo “Quimera” é empregado para um indivíduo que é decorrente da fusão de dois ou mais óvulos fecundados, ou mesmo da fusão entre um óvulo e dois espermatozóides, ou de um óvulo fecundado e um óvulo estéril.
Logo após essa fusão, entretanto, ao invés de se manterem células com três ou quatro genomas, ocorrem rearranjos nesses genomas, mantendo as células diplóides (ou seja, com apenas duas cópias do genoma). No caso onde ocorre fusão simples de óvulos fecundados em um único embrião, eles apenas começam a se dividir juntos, sem que ocorra mistura genética. Cada grupo de células oriunda de um ovo dará origem a uma parte do indivíduo que irá nascer.
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Devido a um mecanismo chamado Recombinação Genética, um híbrido de duas criaturas que cruze com uma criatura de uma terceira espécie, pode gerar descendentes “meio três coisas”, desde que no cenário de jogo em questão, essa mistura seja possível. Na verdade, como só a metade dos genes do híbrido foi passado para os descendentes, e a recombinação genética é aleatória, esses descendentes terão aproximadamente a seguinte composição genética: 1/4 criatura ao qual sua avó pertencia, 1/4 criatura ao qual seu avô pertencia, 2/4 criatura parental não híbrida (o pai ou a mãe de uma raça ou espécie só).
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